Levaram tuas asas no dia em que nasceu,
Tiraram-lhe o nome e a consciência quando ainda menino.
Ao florescer em mocidade, o defloraram,
Na lágrima caída de seus olhos apenas sofrimento.
Quando adolesceu seu sorriso era pobre,
Pois, lhe levaram os dentes.
Sumariamente puxaram seus olhos,
Deixaram dentro de si apenas o coração.
Com o cérebro a escorrer pelo chão,
E um espelho a frente.
De si teve compaixão,
Chorou em batimentos afogados.
Foi tocado bem fundo por um algo,
Sentiu invadir e correr,
Suas entranhas cardíacas agora tinham sangue,
Vivo e limpo.
Foi tomado de resistência,
Tornou-se renovado e intenso.
Já dotado de todos os membros,
Esquivou-se do que viu.
Era de grande beleza a menina,
De enorme candura, de lindos lábios...
E foi-se aproximando, chegando...
Enfim o beijou.
Menino sofrido, já não tinha dor.
Cicatrizes o redundavam,
Pensamentos o tomavam,
Enfim soube o que era o amor.
Tiraram-lhe o nome e a consciência quando ainda menino.
Ao florescer em mocidade, o defloraram,
Na lágrima caída de seus olhos apenas sofrimento.
Quando adolesceu seu sorriso era pobre,
Pois, lhe levaram os dentes.
Sumariamente puxaram seus olhos,
Deixaram dentro de si apenas o coração.
Com o cérebro a escorrer pelo chão,
E um espelho a frente.
De si teve compaixão,
Chorou em batimentos afogados.
Foi tocado bem fundo por um algo,
Sentiu invadir e correr,
Suas entranhas cardíacas agora tinham sangue,
Vivo e limpo.
Foi tomado de resistência,
Tornou-se renovado e intenso.
Já dotado de todos os membros,
Esquivou-se do que viu.
Era de grande beleza a menina,
De enorme candura, de lindos lábios...
E foi-se aproximando, chegando...
Enfim o beijou.
Menino sofrido, já não tinha dor.
Cicatrizes o redundavam,
Pensamentos o tomavam,
Enfim soube o que era o amor.